sábado, 13 de julho de 2019

Monumentos Indignos



Ainda há um mal que vi debaixo do sol, como o erro que procede do governador. Ao tolo, assentam-no em grandes alturas. Eclesiastes 10:5 e 6.

Nos dias do rei Josias, viam-se imagens estranhas à frente do templo de Deus.
Coroando a eminência do Monte das Oliveiras, despontando acima dos bosques de murtas e de oliveiras, havia gigantescos e indecoros ídolos. Josias deu ordens para que eles fossem destruídos. Foi o que se fez, e os seus fragmentos rolaram pelo canal do Cedrom. Daqueles ídolos sobrou um monte de ruínas.
            Porém, sendo um adorador muito devoto, fez a pergunta: Como apareceu essa arquitetura no lado fronteiriço ao campo de Josafá, confrontando assim impiamente o templo de Deus? Tem de ser dada a resposta verdadeira: O construtor foi Salomão, o maior rei que já empunhou um cetro. Esses ídolos testificavam de que aquele que tinha sido honrado e aplaudido como o mais sábio de entre os reis se tinha tornado numa ruína humilhante. …
            O seu caráter, outrora nobre, ousado e verdadeiro na defesa de Deus e da justiça, corrompera-se. A satisfação dissoluta de condescendências egoístas tornou-o num instrumento das estratégias de Satanás. A consciência tornou-se-lhe cauterizada. A sua conduta, como juiz, mudou da equidade e da justiça para a tirania e para a opressão. … Salomão procurou unir a luz com as trevas. Cristo com Belial, a pureza com a impureza. Mas, em vez de Gentios se converterem à verdade, os sentimentos pagãos incorporaram-se com a religião. Ele tornou-se apóstata.
            Os sinais da apostasia de Salomão permaneceram durante séculos depois dele. Nos dias de Cristo, os adoradores no templo podiam olhar, exatamente em frente, para o Monte da Transgressão, e lembrar que o construtor do seu rico e glorioso templo, o mais famoso de todos os reis, se tinha separado de Deus e erguido altares a ídolos pagãos; que o mais poderoso governante da Terra tinha deixado de governar o seu próprio espírito. Salomão desceu à morte como um homem arrependido; mas o seu arrependimento e as suas lágrimas não puderam apagar daquele Monte os sinais do seu miserável afastamento de Deus. Paredes arruinadas e colunas quebradas deram silencioso testemunho, por mil anos, da apostasia do maior rei que já se sentou num trono terrestre.

quarta-feira, 10 de julho de 2019




Erva-Cidreira


Família: Labiadas (Lamiacae)

Origem: A Erva-cidreira é também denominada Folia melissae por causa do seu aroma. É originária do Oriente e do Mediterrâneo. Merece um local permanente nos jardins por muitas das características que apresenta. É utilizada na produção de licor.

Características: Este arbusto vivaz pode atingir os 70 cm de altura. Os caules espalham-se lateralmente e possui muitas folhas que exalam um intenso aroma a limão, especialmente quando esfregadas. As flores amarelas-claras, que formam cachos durante o Verão, atraem muitas abelhas e borboletas. A erva-cidreira é rica em óleos essenciais, taninos e alcaloides.

Sugestões sobre Espécies: As variedades “Aurea” com folhas de cor amarela dourada e “Variegata”, com flores douradas, são muito decorativas.

Habitat: A erva-cidreira cresce principalmente em locais ao Sol, mas pode também ser plantada parcialmente à sombra.
Deve estar abrigada do vento. O solo deve ser rico em nutrientes e solto, e pode cobri-lo com areia.

Cultivo: As sementes são germinadas em caixas durante a Primavera e mantidas a 20ºC. Deve cuidar da planta todos os dias porque as sementes não germinam antes de 2-3 semanas após serem semeadas. Assim que o tempo estiver mais ameno pode semeá-la no exterior, ou pode economizar tempo e plantar já crescida. Nos viveiros pode encontrar pequenos rebentos que se desenvolverão rapidamente. Durante a fase de crescimento, regue-as frequentemente e retire algumas partes da planta se esta se tornar demasiado espessa. Alternativamente, pode plantar a erva-cidreira num vaso ou num recipiente próprio para varandas. As plantas devem ser tapadas durante os Invernos mais frios.




"Autumn Leaves" by Richard Clayderman (Piano Instrumental Music)

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Doce de suspiros ou doce da Páscoa


500 g de morangos
400 ml de natas
2 colheres de sopa rasas de açúcar
250 g de suspiros
250 g de fios de ovos

Lave os morangos, retire-lhes o pedúnculo e corte-os ao meio, no sentido do comprimento. Bata bem as natas com o açúcar até ficarem firmes, em chantilly. Parta os suspiros, grosseiramente, com as mãos.

Faça camadas alternadas dos ingredientes. Comece com suspiros, sobreponha natas, morangos e fios de ovos.
Repita a operação até esgotar os ingredientes. Coloque no frio e sirva este doce decorado a gosto e bem fresco.

Os morangos podem ser substituídos por pêssegos ou ananás em calda, escorridos e cortados em pedaços.

Receitas da Praça da Alegria


Espero que gostem

domingo, 7 de abril de 2019




Resultado de imagem para a formiguinha

Dona Formiguinha

Pelo carreirinho fora
A andar muito ligeira
Vai a Dona Formiguinha
Que é muito trabalhadeira.

Nunca pára, nem se cansa,
Seu celeiro quer encher
Para comer no Inverno
Quando estiver a chover.

Cheiinha que nem um ovo
A sua casinha está
E no frio do Inverno
Como é bom lá tomar chá.

Como a Dona Formiguinha
Vamos todos trabalhar
P’ra depois dar de comer
À cigarra que passar.

Carmen Sala