sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Orégão


Origanum vulgare

Família: Labíadas (Lamiaceae)

Origem: O orégão é originário da Europa do Sul, e propagou-se até à Escandinávia e América Central e do Norte.

Características: Este arbusto pode crescer até aos 50 cm de altura. Tem raízes espessas e cresce com facilidade. As flores são de uma cor rosada e formam-se nas umbelas. A planta contém, não só taninos e alcalóides, como também óleo essencial com thymol. Liberta um aroma intenso quando as folhas são esmagadas.

Sugestões sobre Espécies: A variedade "Album" tem flores brancas e cresce apenas até aos 30 cm de altura.A variedade "Aureum" tem flores amarelas e requer sombra parcial. A "Compactum" cresce apenas até aos 20 cm e é uma planta excelente para cobrir a terra.

Habitat: O orégão só desenvolve o seu aroma quando cresce num local com temperaturas amenas, solarengo e seco. O solo deve ser arenoso, rico em nutrientes e húmido.

Cultivo: Uma ou duas plantas são suficientes para uso doméstico. Pode germinar as sementes no interior no início da Primavera e, mais tarde, plantar os rebentos no exterior. Não os plante muito próximos uns dos outros, devem estar espaçados de 20 a 25 cm entre si. Tape as plantas com folhas ou ramos de árvores secos nos Invernos mais rigorosos, e pode-as na Primavera para que cresçam novos rebentos.

Colheita: Pode colher as folhas mais recentes e as extremidades superiores para as secar durante o Outono, ou utilize-as frescas. Para que os orégãos tenham a melhor qualidade possível, colha-os antes de florirem, porque é nessa altura que o aroma é mais intenso. A planta é aromática mesmo depois de seca. Alternativamente pode preservá-la em óleo.


SUGESTÃO ESPECIAL

Sopa de Tomate rápida

Salteie uma cebola pequena e um dente de alho esmagado num pouco de manteiga e adicione meia chávena de caldo de vegetais, juntamente com 4 tomates sem pele, uma colher de sopa de orégãos e tomilho esmagado a gosto. Deixe cozinhar durante 10 minutos, e no momento de servir deite natas por cima e tempere com sal. Pode acrescentar algumas folhas de manjericão para guarnecer a sopa.

USOS

Cozinha: Esta clássica erva de pizza, com um aroma amargo, é também muito saborosa em sopas, carne e massa. É misturada com outras ervas para produzir as famosas "Ervas de Provença".br>

Propriedades Medicinais: Os princípios amargos afectam a função vesicular. O chá preparado com 1 colher bem cheia desta erva em 1 chávena de água a ferver acalma os problemas de estômago e intestinos, como a diarreia. O chá de orégão pode aliviar uma tosse intensa se lhe for adicionado mel.

Cosmética: O óleo essencial contido no orégão é utilizado em muitos produtos cosméticos.

Usos Decorativos: O orégão é uma erva muito bonita, e atrai abelhas, borboletas e muitos outros insectos. É indicada para jardins rochosos ou para os níveis mais altos de uma espiral formada por ervas. Desenvolve-se bem em varandas e vasos. As flores secas ficam muito bonitas adicionadas a arranjos de flores secas.


PRECAUÇÃO IMPORTANTE

As grávidas devem utilizar o chá de orégão com algum cuidado, pois estimula o estômago e o pâncreas, e contém um óleo essencial muito forte. Pode irritar as peles sensíveis.

Andrea Rausch e Brigitte Lotz, O Guia das Ervas Aromáticas

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010


Sugestões
para um Ano de 2011
cheio de saúde!


Escove os seus dentes pelo menos duas vezes ao dia.

Vista-se de acordo com o tempo.

Visite o seu dentista regularmente.

Descanse abundantemente.

Verifique se o seu cabelo está seco antes de sair.

Coma direito.

Apanhe sol pelo menos um pouco por dia.

Use sempre cinto de segurança.

Será melhor não beber bebidas alcoólicas.

Sorria! Isso fá-lo-á sentir-se melhor!

Não seja indulgente consigo mesmo.

Tome banho regularmente.

Leia para exercitar o cérebro.

Abrace os seus amigos.

Cuidado com a cafeína!

Use a sanita regularmente.

Faça exercício físico.

Avalie a sua visão regularmente.

Coma abundantemente todos os tipos de vegetais.

Acredite que as pessoas gostam de si pelo que você é!

Perdoe e esqueça.

Faça muitas viagens.

Celebre todas as ocasiões especiais.

Tenha um hobby.

Ame os seus vizinhos como a si mesmo!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Um Milagre de Natal




Era uma vez um menino
chamado Zé Avelino,
saudável, inteligente,
muito bom e diligente.

Mas não tinha habilidade
mesmo com boa vontade
p’ra desenhar e traçar,
reproduzir, inventar…

E assim vivia sem gosto
com este enorme desgosto…
As aulas estão a acabar,

todos já vão começar
com os desenhos de Natal
p’ra exposição anual
na escola do Avelino.

Ele escolhe o Deus-Menino
p’ra motivo do desenho
e tenta com muito empenho
fazer trabalho asseado…

Mas está muito enervado,
não consegue reagir,
acalmar… vai desistir!
O que fez… só p’ra rasgar!

A mestra vê-o chorar
e chama o nosso rapaz
que afirma: “Não sou capaz
de fazer nada de jeito!...”

“Olha p’ra mim a direito”,
diz-lhe a mestra, docemente,
e escuta-me atentamente:

O que agrada ao Deus-Menino,
fixa bem isto, Avelino,
não é só a qualidade
da obra, mas a vontade,

entusiasmo e amor
que se oferecem ao Senhor
no trabalho executado.
Não estejas desanimado!

Limpa os olhos. Porque não
descontrais o coração?
Faz aquilo que quiseres,
fá-lo o melhor que puderes!”

No papel humedecido
Avelino, enternecido,
começou a trabalhar…

Custa mesmo a acreditar,
mas o quadro do Avelino
que mostrava o Deus-Menino,
foi o mais apreciado
e o melhor classificado.

Pois do Menino-Jesus
desprendia-se uma luz
ténue, sobrenatural…
Um Milagre de Natal!


Julieta Vilela



sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Para as minhas amigas gulosas...

Bolo de Chocolate!


Ingredientes:

- 7 ovos
- 1 ¾ chávena almoçadeira de açúcar
- 1 ¾ chávena almoçadeira de farinha
- ½ chávena almoçadeira de água morna
- ½ chávena almoçadeira de cacau em pó
- ½ chávena almoçadeira de óleo de amendoim
- 3 colheres de chá de fermento
- 1 pitada de sal

Modo de Preparação:

Bater as gemas com o açúcar.

Dissolver o cacau na água morna, juntá-lo à massa e bater mais um pouco.

Adicionar o óleo, o sal e a farinha com o fermento.

Envolver por fim, as claras em castelo bem firmes.

Levar ao forno em forma grande durante pelo menos 45 m, sem nunca abrir a porta do forno.

Pode barrar o bolo, depois de frio, com chantilly e fiozinhos de chocolate líquido.

Bom Apetite!



sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Somente Uma Mãe Saberia...




       Um dia a minha mãe saiu e deixou o meu pai a tomar conta de mim.
       Eu tinha uns dois anos e meio. Alguém me tinha oferecido um jogo de chá e era um dos meus brinquedos favoritos.
       O meu pai estava na sala a ver as notícias, quando eu lhe trouxe uma chávena de chá, que na realidade era apenas água. Após várias chávenas de chá, continuando eu a receber elogios entusiasmados do meu pai a cada chávena servida, a minha mãe chegou.
       O meu pai disse-lhe para se sentar na sala para me ver a trazer a chávena de chá, porque era a coisa mais fofa do mundo!
A minha mãe esperou... e então, lá vinha eu pelo corredor com uma chávena de chá para o meu pai. A minha mãe viu-o beber o chá todo.
       Então a minha mãe disse ao meu pai (apenas uma mãe saberia!):
       - Passou-te pela cabeça que o único lugar onde ela chega à água é na sanita?

        Os pais não pensam como as mães...

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Amor de Amigo



Durante um confronto bélico, um orfanato de missionários numa aldeia vietnamita foi atingido por várias bombas.

Os missionários e duas crianças morreram no momento e muitas ficaram feridas, inclusive uma menina de 8 anos.

Através do rádio de uma aldeia vizinha, os habitantes procuraram o socorro dos americanos. Um médico da Marinha e uma enfermeira chegaram trazendo apenas maletas de primeiros socorros.

Perceberam logo que o caso mais grave era o da menina. Se não fossem tomadas providências imediatas, ela morreria por perda de sangue. Era urgente que se fizesse uma transfusão.

Saíram à procura de um dador com o mesmo tipo de sangue. Os americanos não tinham aquele tipo de sangue, mas muitos órfãos que não tinham sido feridos poderiam ser dadores.

O problema agora, era como pedir às crianças, já que o médico conhecia apenas algumas palavras em vietnamita e a enfermeira tinha poucas noções de francês.

Usando uma mistura das duas línguas e muita gesticulação, tentaram explicar aos assustados meninos que, se não recolocassem o sangue perdido, a menina morreria.

Então, perguntaram se alguém queria doar sangue. A resposta foi um silêncio de olhos arregalados.

Finalmente, uma mão levantou-se timidamente, deixou-se cair e levantou de novo.

Ah, obrigada - disse a enfermeira em francês. - Como é o seu nome?

O garoto respondeu em voz baixa: - Heng.

Deitaram Heng rapidamente na maca, esfregaram álcool no seu braço e espetaram a agulha na veia.

Durante estes procedimentos, Heng ficou calado e imóvel.

Passado um momento, deixou escapar um soluço e cobriu depressa o rosto com a mão livre.

Está a doer Heng? - perguntou o médico.

Heng abanou a cabeça, mas daí a pouco escapou outro soluço e mais uma vez tentou disfarçar.

O médico voltou a perguntar se doía, e ele abanou a cabeça outra vez, significando que não.

Mas os soluços ocasionais acabaram por se transformar num choro declarado, silencioso, os olhos apertados, o punho na boca para estancar os soluços.

O médico e a enfermeira ficaram preocupados. Alguma coisa obviamente estava a acontecer.

Nesse instante, chegou uma enfermeira vietnamita, enviada para ajudar. Vendo a aflição do menino, falou com ele, ouviu a resposta, e tornou a falar com voz terna, acalmando-o.

Heng parou de chorar e olhou surpreso para a enfermeira vietnamita. Ela confirmou com a cabeça e uma expressão de alívio estampou-se no rosto do menino. Então ela disse aos americanos: - Ele achou que estava a morrer. Entendeu que vocês pediram para dar todo o sangue dele para a menina poder viver.

E porque concordou ele? - perguntou o médico.

A enfermeira vietnamita repetiu a pergunta, e Heng respondeu simplesmente: - Ela é minha amiga.

Faz-me lembrar o meu
Amigo Jesus... só que Ele morreu mesmo por mim para eu poder viver! Obrigada Jesus!                                                 (John W. Mansur)