domingo, 26 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
A todas as Mães
À Mãe mais querida do mundo desejo um Dia Feliz!
A mãe mais querida é a minha (e da minha irmã...) e dedico-lhe esta poesia:
O dedo da
Mamã
Não posso pôr o pé em ramo verde,
Pois tudo quanto faço a mamã sabe,
Embora com razão ninguém se gabe
De que a seguir-me todo o tempo perde.
E não estou a mentir! Ninguém me espreita,
Por isso ainda mais me mortifico!
À mamã tudo vai meter no bico
Um dedo que ela tem na mão direita!
E então, oh! O mínimo, um simples dedo
Assim tão pequenino a meter-me medo
A mim, a mim que nunca mal lhe fiz!
O meu, porém, não sei porquê, é mudo,
Enquanto o da mamã, esse diz tudo!
Palavra! Sempre sou muito infeliz!
E o dedo da mamã só diz verdades,
De forma que ela está sempre ao corrente
De tudo que eu pensar, especialmente
Quando penso em fazer tristes maldades.
Apontando por gosto os meus defeitos
É um dedo ruim, descarado!
Se ele ontem acusou-me, o desgraçado,
O desalmado, que eu tinha tirado dois confeites,
Só dois confeites, duma rica prenda:
Uma caixinha com papel de renda,
Lembrança da vizinha Beatriz.
Pois ao deitar-me, minha mãe ralhou-me
E GULOSA, em voz áspera chamou-me.
Não há ninguém como eu tão infeliz!...
Tive que pedir a Jesus Cristo
Me perdoasse a falta cometida.
Nem sei às vezes como ainda existo!
Lembrar-me eu que um dedo me detesta!
É este? Não sei porquê
Não engraço com a mão direita!
Nada, não é esta,
Vejamos, é a outra.
É com certeza,
Com ela hoje peguei no garfo à mesa,
A mamã ao almoço assim o quis.
E é para mim motivo de doença
Não saber o que toda a gente pensa,
O que eu sei é que sou muito infeliz!...
Enfim, vou fazer uma experiência!
- Praticar uma acção boa, excelente,
Para ver se é justo o dedo impertinente
E à mamã vai contá-la com urgência.
Que há de ser? Estudar? Oh, que fadiga...
É difícil vencer essa batalha.
Lavar as mãos! Se estão sujas a mamã ralha...
Mas isso vê-se sem que o dedo diga...
Já sei! Hoje já não compro o meu bolinho,
Dou o dinheiro de esmola a um ceguinho
Que à porta do colégio Deus bendiz.
Se isto à mamã contasse o dedo adivinho,
Se lho dissesse o seu dedo mindinho,
Ninguém, no mundo havia mais feliz!...
quarta-feira, 24 de abril de 2013
CURIOSIDADE FELINA!
Olá amigos! Estive a ver uns filmes antigos e não resisto a mostrar-vos o que aconteceu cá em casa quando o meu pai comprou a primeira impressora. O Tareco ficou espantado!!!
sexta-feira, 5 de abril de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
Aqui há gato!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Johannes Gutenberg
Bem-aventurados aqueles que leem ... as palavras da profecia. Apocalipse 1:3
"Gostaria de ter um bom livro para ler", suspirou Gutenberg ao curvar-se sobre a sua mesa de trabalho, na sua joalharia, na cidade de Strasburg, Alemanha. Ele colocou a pedra que estava polindo na direção da luz, e imaginou dias melhores quando poderia dar-se ao luxo de ter um livro.
"Se não se gastasse tanto tempo para copiar um livro à mão", refletiu Gutenberg, "então eles não seriam tão caros. Deve haver uma maneira mais fácil e rápida de se ter livros escritos, de modo a que qualquer um que queira possa ler e aprender. Porque os sacerdotes e nobres são os únicos que têm esse privilégio?"
Enquanto Gutenberg olhava atentamente para um anel com sinete que estava na sua mão, uma ideia veio-lhe à mente. "E se usasse alguma coisa como este anel para imprimir letras no papel?" Levantando-se do seu banquinho, ele achou um lacre e fundiu-o. Pressionando a cavidade do anel no lacre ainda quente, ele formou um desenho em alto relevo.
"Não, ainda não está bem", disse ele. "As letras não devem ser em alto relevo." Agarrando um pedaço de madeira macia, começou a talhá-la. Pintando as partes em relevo ele conseguiu imprimir o desenho. "Vai funcionar!" disse ele. "Por este método poderei imprimir livros inteiros!"
Logo descobriu, também, que os blocos de madeira gastar-se-iam rapidamente. Gutenberg resolveu, assim, moldar as letras em metal. Essas letras podia juntá-las formando palavras, frases, e parágrafos.
- Espantoso! - exclamou o Bispo quando Gutenberg lhe mostrou as páginas de uma gramática latina que ele tinha imprimido. - Pagar-lhe-ei bem se você fizer 300 cópias da Bíblia.
Assim, em 1454, Gutenberg começou a fazer os tipos para a 1ª edição impressa da Bíblia. Havia 1.282 páginas na Bíblia de Gutenberg, e cada uma foi impressa 300 vezes. Em alguns anos Gutenberg realizou o que se gastaria centenas de anos para fazer à mão.
Hoje existem apenas 45 cópias da Bíblia de Gutenberg. Cada uma é valiosíssima! Não acredito que você tenha um livro tão raro quanto este, mas garanto que as bênçãos encontradas na sua Bíblia são inestimáveis.
Você já achou essas bênçãos?

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