sexta-feira, 14 de julho de 2017





Deus dá

Quando o sonho se desfaz, Deus reconstrói.
Quando se acabam as forças, Deus renova.
Quando é inevitável conter as lágrimas, Deus dá alegria.
Quando não há mais amor, Deus é sempre Amor.
Quando a desgraça é certa, Deus transforma-a em bênção.
Quando parece ser o fim, Deus mostra que ainda não é.
Quando a aflição persiste, Deus envolve-nos na paz.
Quando a doença bate à porta, Deus cura.
Quando surge o impossível, Deus torna-o possível.
Quando faltam as palavras, Deus sabe o que queremos dizer.
Quando tudo parece fechar-se, Deus abre uma nova porta.
Quando dizemos: “não vou conseguir” Deus diz: não temas, estou contigo.
Quando o coração é ferido por alguém, Deus derrama o bálsamo curador.
Quando não há possibilidade, Deus faz o milagre.
Quando há morte, Deus é Vida.
Quando a noite parece não acabar, Deus envia o amanhecer.
Quando surgir a dúvida de que isto seja possível, lembre-se de que, para Deus não existe o impossível!
Como diz Carol, “A hora da oportunidade fica muito próxima da hora da oração.”

Extraído do livro: “Pensar faz bem”

Escrito por: Ezequiel Quintino

domingo, 9 de julho de 2017


Nenhuma Flor

Todas as épocas têm histórias interessantes que encerram lições úteis.
Conta-se que nos tempos idos da monarquia, um príncipe de um grande país, nas vésperas de ser coroado imperador, precisava de casar para cumprir a lei. Resolveu então escolher a noiva, entre todas as moças da corte e do país. Anunciou uma festa especial com todas as pretendentes para, num oportuno, lhes lançar um desafio.

Uma serviçal do palácio ouviu comentários acerca dos preparativos da festa. Como mãe dedicada, conhecia o amor que a sua filha tinha pelo príncipe. Contou-lhe logo a novidade e ficou muito surpreendida com a reação dela. -  Mãe, eu vou candidatar-me! – Minha filha, disse a mãe, vão estar presentes as mais belas e ricas moças da corte.
Não transformes o teu sofrimento em loucura! – Mas a filha respondeu: - Não, mãe eu não sofro nem estou louca! Sei que poderei ser escondida. Mas, assim, terei a oportunidade de ficar, pelo menos alguns momentos, perto do príncipe. Isso já me torna feliz.

Na noite marcada, a filha da serviçal compareceu no palácio.

O príncipe não demorou a lançar o desafio: - Darei a cada uma de vós uma semente.
Aquele que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será minha esposa e a futura imperatriz. O tempo começou a passar. A filha da empregada do palácio não tinha muita habilidade para a arte da jardinagem. Porém, cuidava da semente que tinha recebido do príncipe, com carinho e ternura. Sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma medida do seu amor pelo príncipe, não precisava preocupar-se com o resultado. Passaram três longos meses e nada aconteceu. Seis meses, e a semente não se transformou em flor… Mesmo assim, a jovem compareceu no palácio no dia e hora marcados. Estava feliz com a perspetiva de passar mais alguns instantes na companhia do príncipe. Nada mais esperava. Chegou ao palácio com o vaso sem flor.

Todas as outras moças apareceram no palácio com flores lindíssimas, das mais variadas formas, cores e odores. O palácio transformou-se num imenso jardim. Chegou finalmente o momento esperado. O príncipe passou junto de todas as pretendentes, observando com muito cuidado todas as flores. Por fim, anunciou que a sua futura esposa seria a jovem que não trazia flor. Isto provocou as mais variadas reações de espanto. Por essa razão, o príncipe fez questão em explicar a sua escolha.

- Esta menina – disse o príncipe – foi a única que cultivou a flor que a torna digna de ser imperatriz: a flor da honestidade! Porque, todas as sementes que entreguei eram estéreis.

Esta história confirma que o emblema da honestidade é a sinceridade.


Extraído de:“Pensar Faz Bem” escrito por Ezequiel Quintino

quinta-feira, 15 de junho de 2017



Riscos

Existem histórias, problemas ou charadas com algum humor, que encerram lições úteis. Pense na solução do seguinte problema:

“Estão três sapos em cima de uma grande folha de nenúfar. Um deles decide pular da folha para a água. Quantos sapos restam sobre a folha?”

A resposta correta é: três sapos. É que o sapo apenas decidiu pular, mas não saltou.

Não acha que, por vezes, muitos de nós, nos parecemos com o sapo? Decidimos fazer isto ou aquilo, mas afinal, não fazemos nada.

Na vida que vamos vivendo, temos que tomar constantes decisões. Algumas fáceis, óbvias, naturais, e quase inconscientes, outras verdadeiramente complicadas.
Até mesmo nas situações mais banais do nosso quotidiano, teremos de fazer escolhas e tomar decisões. Todas têm consequências sobre nós e/ou os outros. A vida humana é uma adição de ponderações, avaliações, escolhas e decisões. Em todas essas operações correm-se riscos.

            Por exemplo: rir é correr o risco de parecer tolo. Chorar é correr o risco de parecer sentimental. Abrir-se para alguém é arriscar o envolvimento com essa pessoa. Expor as ideias e sonhos é arriscar-se a perdê-los. Tentar é correr o risco de falhar. Amar é correr o risco de não ser amado. Ter esperança é correr o risco de se dececionado. Dormir é correr o risco de não acordar. Viajar é correr o risco de ter um acidente. Ficar em casa é correr o risco de ficar soterrado devido a um terramoto. Ter um trabalho é correr o risco de ficar no desemprego. Enfim, poderíamos continuar a lista dos riscos… Mas já percebemos que viver é correr o risco de morrer.

            Os riscos precisam de ser enfrentados, porque o maior risco na vida é não arriscar nada. A pessoa que não arrisca nada, não faz nada, não tem nada, não é nada. Ao não arriscar, ela julga poder evitar o sofrimento e a dor. Porém, não aprende, não muda, não sente, não cresce, não se realiza, não vive. Quem não arrisca a passar à ação, depois da decisão, é como se fosse um escravo que teme a liberdade. E ninguém quer ser escravo. Já Salomão, o sábio, aconselhou: (Prov. 6:6-11): “Vai ver a formiga, ó preguiçosa! Vê como ela faz e aprende a lição. Ainda que não tenha nem o chefe, nem governador, nem superior, contudo, sabe que deve trabalhar bem no Verão, juntando alimento em vistas do Inverno. Mas tu, preguiçoso, tudo o que sabes fazer é dormir! Quando é que te levantas e despertas?”

Extraído do livro “Pensar faz bem"

Ezequiel Quintino

quinta-feira, 11 de maio de 2017


Dez Conselhos para se Manter Jovem

Hoje tenho conselhos para manter a juventude. “Receberam de graça, deem de graça,” aconselhou Jesus há dois mil anos. Como recebi gratuitamente este conteúdo, de autor desconhecido, tenho o prazer de o partilhar consigo, esperando que lhe seja útil. Então, aqui estão dez conselhos:
1.      Procura rodear-te de amigos alegres. É que os tristes deprimem. Tem isso em consideração e certifica-te que não és um desses deprimidos.
2.      Não deixes o cérebro desocupado. Continua a aprender sempre… Aprende mais sobre a vida, o mundo, o universo e Deus. Lembra-te de que uma mente vazia é o ambiente propício para a instalação do mal. Então, previne-te!
3.      Não deixes de apreciar as coisas belas e simples.
4.      Ri com frequência. Solta gargalhadas. Ri, por vezes, até perderes o fôlego. E se tiveres um amigo que te faça rir, procura passar tempo na companhia dessa pessoa.
Rir é saudável.
5.      Se nalgum momento surgirem as lágrimas, é natural. Resiste, recupera-te e segue em frente. A única pessoa que está contigo a vida inteira és tu mesmo. Por isso, vive, enquanto estiveres vivo!
6.      Rodeia-te do que amas. Pode ser: a família, os amigos, os animais de estimação, boa música, e bons livros, flores ou plantas, o que quer que seja. A tua casa é o teu refúgio! Escolhe bem.
7.      Cuida da tua saúde. Se ela está bem, preserva-a. Se está instável, melhora-a. Se está além das tuas possibilidades melhorá-la, procura ajuda.
8.      Não vás a lugares onde não te sintas bem. Sai para o campo, para a cidade, montanha ou praia, mas NÃO vás a lugares que te deprimam.
9.      Nunca esqueças de dizer às pessoas que amas, que as amas, sempre que tiveres oportunidade. Acima de tudo, não te esqueças que a juventude é um estado de espírito.
10.  Perdoa aqueles que te fizeram sofrer. Podes não ter uma segunda oportunidade para fazer isso. Perdoa-te a ti mesmo, no caso de teres esquecido o Autor da tua existência.
Há já três mil anos, aconselhou o sábio Salomão: “Lembra-te do teu Criador, enquanto fores jovem” Ecles. 12:1. Por isso, não desista de procurar Deus.


Ezequiel Quintino, “Pensar Faz Bem”

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017


Tosse
Tossir pode ser desgastante.
Aprenda a lidar com este sintoma.

A Tosse é algo que nos acontece por várias razões, que nos irrita e tira horas de sono. Vamos então tentar perceber o que é, porque aparece e o que podemos fazer para a aliviar; neste ponto é importante percebermos quando pedir ajuda.

O que é e porque aparece?

A tosse constitui uma resposta fisiológica do organismo, por isso mesmo necessária, e resulta da irritação das vias aéreas. É devida a uma contração espasmódica, repentina e normalmente repetitiva da cavidade torácica. A tosse provoca libertação violenta de ar dos pulmões e visa expelir elementos nocivos como poeiras, bactérias, vírus, fungos e secreções várias.

Os vários tipos

Segundo o tempo de duração pode ser aguda de aparecimento repentino associada a infeções respiratórias (ex: gripes ou constipações) e que passa em poucos dias ou semanas; ou crónica mais arrastada e relacionada com múltiplos fatores.
Pode ser seca – irritativa ou produtiva – que liberta secreções (expetoração).

O que causa a tosse?

Tendo causas várias, a tosse pode resultar de uma infeção respiratória como a gripe ou constipação, pode ser sintoma de alergia, de irritação provocada por fatores externos (poluição, fumo de tabaco), de doença pulmonar obstrutiva crónica ou de refluxo gastro-esofágico (quando o ácido gástrico sobe pelo esófago, podendo irritar o trato respiratório ou a garganta.

O que fazer para controlar a tosse?
. Dormir com almofada mais alta;
. Aumentar a ingestão de líquidos para ajudar a acalmar a irritação e a fluidificar as secreções;
. Aplicar soro nasal, com efeito semelhante ao anterior;
. Os xaropes caseiros, como o xarope de cenoura, de gengibre ou de mel e limão, podem aliviar a tosse;
. Os xaropes adquiridos em farmácias, devem ser utilizados de forma cuidadosa e adequada existindo dois tipos:
. Xaropes antitússicos, para a tosse seca e irritativa,
. Xaropes mucolíticos, que fluidificam as secreções.
O uso inadequado de um xarope pode acarretar consequências graves, ou mesmo prolongar a duração da tosse e aumentar as secreções. Os xaropes apenas devem ser administrados caso a tosse persista. É então altura para recorrer ao médico, principalmente se associado à tosse surgir febre ou falta de ar.

Extraído da revista “Sintra Saudável.”

Texto de: Délio Pacheco

domingo, 15 de janeiro de 2017



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Planear a Vida

Sonhar é viver! Até porque, “o sonho comanda a vida”, como canta Manuel Freire.
Planear sonhar, para concretizar o sonho, é um ótimo estimulante da vida. Há pessoas que pensam que sonhar e planear são atitudes exclusivas dos jovens que estão a iniciar a vida. Não deveria ser assim. Todos nós, jovens ou adultos, devemos sonhar e planear. É certo que, ao longo da vida, o centro dos nossos planos pode alterar-se.
            O jovem pode colocar metas relativamente aos estudos, à profissão, ao casamento… Os planos dos mais velhos podem passar por educar os filhos, transformar a casa ou comprar uma nova, mudar de carro, mudar de emprego, viajar, etc. De uma coisa podemos ter a certeza: para viver cada fase da vida em plenitude e beleza, é necessário ter, diante de si, o estímulo dos objetivos a alcançar e dos sonhos a viver, para os concretizar. Não há nada mais triste na vida do que acordar de manhã, e saber que se tem um dia todo pela frente, sem estímulo sem ter nenhuma tarefa útil a fazer ou nada em que pensar.
            Gostaria de lembrar uma grande verdade: todos temos necessidade de amizade e de amor. Para realizarmos os nossos sonhos de vida, temos de planear viver a amizade e o amor. Ao estabelecermos os nossos ideais e sonhos para a vida, devemos incluir neles a aprovação divina e o amor aos nossos semelhantes, começando pelos mais próximos.
            Durante a minha existência, tenho visto os sonhos de muitas pessoas esfacelarem-se e ruírem diante dos percalços que, por sua vez, têm de passar. Com isto, aprendi uma grande lição: ‘é o amor, e não o tempo, que cura todas as feridas.’
            Aqueles que incluem Deus e os outros nos seus planos de vida, encontram forças para vencer as frustrações. Algumas pessoas, por vezes, deixam-se dominar pelo desespero; perdem a fé ou deixam-se levar pelos caminhos inglórios das drogas e do álcool.
            Ao colocarmos a dimensão divina e a humana nos nossos planos e sonhos, encontraremos a força propulsora de todo o sucesso da nossa vida afetiva, social e profissional. Só então seremos pessoas plenamente felizes!
            Deixo-lhe o pensamento de Karina Montanari da Cunha: “O caminho em direção ao Bem não é fácil, mas, quando conquistando, torna-se uma enorme gratificação para o ser humano.”

Extraído “Pensar faz Bem” escrito pelo Pastor Ezequiel Quintino

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016







Não Houve Lugar para Eles na Estalagem


“E deu à luz a seu filho primogénito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.” Lucas 2:7.

Os habitantes de Belém estavam muito atarefados. O recenseamento que César Augusto tinha decretado era um registo de pessoas e bens para facilitar a cobrança dos impostos. Todos tinham que o fazer no seu lugar de origem e não no de residência, de modo que, em certos lugares como Belém, havia tráfego e aglomeração de pessoas chegadas de outros lugares da Palestina, aos quais havia que providenciar comida e alojamento. Eram dias de muito trabalho para os residentes, mas, ao mesmo tempo, de lucros abundantes. José e Maria chegaram de Nazaré e procuraram um lugar onde se alojar. Ela já tinha completado nove meses de gravidez e a possibilidade de se dar o parto preocupava-os. Bateram às portas e suplicaram hospitalidade das pessoas de Belém, mas portas e corações fecharam-se com indiferença e, possivelmente, com egoísmo. O texto diz: “Não havia lugar para eles na estalagem.”
            A estalagem consistia num grande recinto construído em pedra que tinha um pátio ao centro, onde se guardavam os quartos à volta. Mas estava tudo ocupado. Ninguém lhes ofereceu um cantinho sequer onde se pudesse alojar. Ninguém teve compaixão do santo casal. E a angústia de ambos ia aumentando porque Maria começava já a sentir as contrações do parto. Cada passo que davam, cada resposta negativa que recebiam, cada gesto de indiferença, cada dor de Maria e cada angústia de José iam aproximando o nascimento de Jesus e a Salvação do mundo. Finalmente, alguém lhes ofereceu um estábulo numa gruta que tinha estrebarias para albergar animais durante as muito frias. Ali nasceu o Filho de Deus, Rei dos reis e Senhor dos senhores.
A que se deveu a insensível rejeição e indiferença dos habitantes de Belém? Naqueles dias de aglomeração de viajantes, os seus corações estavam demasiado ocupados com os cuidados desta vida, nos trabalhos e lucros, para descobrirem a urgente necessidade do casal. Corações carregados de materialismo, capazes de rejeitar e de lançar fora da sua vida e do seu lar o Salvador do mundo. Quantos estão, ainda hoje, dominados por este mesmo espírito!
Hoje convido-te a preparares o coração para receberes Jesus. Não O deixes passar pela tua vida!




Extraído do livro Mas Há Um Deus No Céu por Carlos Puyol Buil